terça-feira, 28 de março de 2023

3ª AULA: O UNIVERSO!

Aula expositiva dialogada sobre o Universo.

Aconselha-se, desde já, para recompor algum dos conhecimentos trabalhados, que o aluno leia a apostila abaixo.

::: ORIGEM E DIMENSÕES DO UNVERSO :::

É interessante, ainda, dar uma olhada, novamente, nas anotações feitas em aula.

Aspecto do quadro magnético da aula!


terça-feira, 21 de março de 2023

2ª AULA: IDEIAS-FORÇA 2, 3 E 4!

O professor retomou a aula passada, e, através de aula expositiva dialogada, explicou as Ideias-Força 2, 3 e 4, respectivamente, retiradas dos livros: 


"Escritos sobre educação", do filósofo alemão Friedrich Nietzsche (1844-1900):

"Devemos estudar para nós mesmos", "pensar por nós mesmos"...


"O Pequeno Príncipe", do escritor francês Antoine de Saint-Exupéry (1900-1944):

"Nunca devemos abandonar uma pergunta"


"Educar pela pesquisa", do sociólogo catarinense Pedro Demo (1941).

"Estudar é modo de vida", e, "Educar é mais que o mero instruir".


Aconselha-se, para recompor os aprendizados relacionados à aula, que os alunos assistam aos vídeos abaixo, bem como, ouçam o Podcast:

A RESPEITO DA IDEIA-FORÇA 2:


A RESPEITO DA IDEIA-FORÇA 3:


A RESPEITO DA IDEIA-FORÇA 4:

quinta-feira, 16 de março de 2023

1ª AULA: INÍCIO DO ANO LETIVO!

 Nesta aula o professor conversou com os alunos, fez os acertos, bem como, deu as orientações para o Ano Letivo.

A fim de encaminhar algumas noções importantes para a vida estudantil dos alunos, algumas "ideias-força", já trabalhadas com outras turmas, em anos anteriores, foram introduzidas, nomeadamente: a do conhecimento como a única coisa que não pode ser tirada da pessoa, noção retirada do livro "O Conde de Monte Cristo", de Alexandre Dumas (1805-1870).

Para que o aluno possa recompor as aprendizagens relacionadas à aula, aconselha-se que os alunos assistam ao vídeo abaixo:


sexta-feira, 2 de dezembro de 2022

MAIS PROBLEMAS DE CÁLCULO DE ESCALAS!

Aula expositiva dialogada sobre cálculo de escalas. Foram corrigidos os problemas da aula anterior, bem como, solicitados mais alguns.

Abaixo, o aspecto dos problemas que ficaram de tema de casa:



sexta-feira, 25 de novembro de 2022

PROBLEMAS DE CÁLCULO DE ESCALAS!

O professor retomou a aula passada, e, de imediato, passou a explicar o cálculo de escalas de uma forma diferente, usando a estratégia mnemônica que pode ser caracterizada pelo esquema abaixo:

A já bastante conhecida pirâmide "Deus É demais", estratégia mnemônica para lembrar o cálculo de escalas.

Em seguida, o professor corrigiu os problemas que haviam sido dados para serem feitos em casa. Vide abaixo o aspecto do quadro:

Aspecto do quadro, com as correções do "tema de casa".



Feito isso, o professor deu mais seis problemas, também para serem feitos em casa, o que pode ser visto, desde a fotografia, abaixo:

Problemas de cálculo de escalas passadas como "tema de casa" pelo professor.

Para ir além...: quem ficou intrigado com o problema 6 ("seis"):

Aspecto da nascente do Rio Ailã, que nasce no  monte Caburaí, (1.465m, na Serra do Caburaí (município roraimense de Uiramutã)), extremo norte (setentrional) do Brasil - limite natural entre o Brasil e a República Cooperativa da Guiana.
Fonte: "Rio Ailã é destaque como uma das 5 atrações turísticas do país: Ailã é um ponto que está sendo muito visitado principalmente por turistas internacionais que querem conhecer o extremo Norte do Brasil". Cidades. Folha BV. Folha Web: Boa Viagem, 2015. Disponível em: <https://folhabv.com.br/noticia/CIDADES/Capital/Rio-Aila-e-destaque-como-uma-das-5-atracoes-turisticas-do-pais/6110>. Acesso em 25 de nov., 2022. 

Aspecto do Arroio Chuí, limite natural entre o Brasil e a República Oriental do Uruguai.

sexta-feira, 18 de novembro de 2022

CÁLCULO DE ESCALAS!

Aula expositiva dialogada sobre o Cálculo de Escalas.

O professor, desde um desenho, no quadro magnético, procurou fazer com que os alunos entendessem e desenvolvessem o pensamento de, por assim dizer, "trazer a representação (mapa (centímetro (cm))) de volta à realidade (terreno (quilômetro (km)))", processo que nada mais é do que uma multiplicação, bem como, o processo inverso, qual seja, o de "trazer a realidade (terreno (quilômetro (km))) ao papel, à representação (mapa (centímetro (cm))), processo que nada mais é do que uma divisão.

O aspecto do desenho referido acima, pode ser observado na fotografia abaixo:

Desenho feito pelo professor que encaminha o entendimento de que a realidade, o terreno é sempre maior do que a sua representação, o mapa, e, portanto, nos cálculos de escala, se estiver envolvido no cálculo, sempre deve ser dividido; bem como se não estiver envolvido, os outros elementos devem ser multiplicados.

Como se pode ver, na fotografia acima, ao mesmo tempo em que a explicação foi feita, problemas de cálculo de escalas foram propostos.

O aspecto do quadro do restante da aula, pode ser observado, abaixo:

Aspectos dos demais problemas de cálculo de escalas propostos durante a aula.

sexta-feira, 28 de outubro de 2022

CONVERSÃO DE UNIDADES DE MEDIDA!

No início da aula, imediatamente, o professor corrigiu os temas de casa, que nada mais eram do que exercícios de conversão de unidades de medida.

A aula teve sequência e os alunos exercitaram exaustivamente mais conversões de unidades de medida.

Abaixo, aspecto do quadro magnético, onde foram passados os exercícios:

Parte 1 de 3 do quadro magnético

Parte 2 de 3 do quadro magnético

Parte 3 de 3 do quadro magnético

sexta-feira, 14 de outubro de 2022

CARTOGRAFIA E ALFABETIZAÇÃO CARTOGRÁFICA (RELAÇÕES DE PROPORÇÃO ENTRE TERRENO E MAPA: A ESCALA)!

O professor fez a retomada da aula anterior, e, em seguida passou no quadro magnético uma espécie de desenho que pretendia ser um infográfico explicativo da relação de proporção entre a realidade, o terreno e a sua  representação, o mapa.

O desenho ficou mais ou menos assim, agora melhorado por editor de imagem:

Infográfico que representa a lógica do processo de redução que acontece para fazer a realidade, o terreno, caber na representação, no mapa, bem como, a forma correta de ler a escala numérica, e o nome de cada um de seus elementos (numerador ("1"), o símbolo de divisão (razão (":")) e denominador ("50.000").
Fonte: O Autor.

Uma vez explicada o ilustração, o professor colocou no quadro o conceito de escala, a saber:

A relação de proporção entre o terreno e o mapa.

Feito isso, o professor explicou como cada um dos elementos da escala numérica está relacionado à, por assim dizer, tripartite mapa, proporção e terreno, respectivamente; o numerador, relaciona-se ao mapa; o símbolo de divisão (razão), à relação que é feita;  o denominador, ao terreno.

Avançando nas explicações, através de exemplo, escritos no quadro, também foi mostrado que, quando maior for o denominador de uma escala numérica, menor será a representação (mapa) resultante dela, e, quanto menor for ele, maior será a representação, ou ainda, mais próxima do real/ terreno.

Para exemplificar isso e fixar, o professor desenhou no quadro um exemplo muitíssimo similar ao da ilustração abaixo, onde se perguntava qual seria a associação correta entre os mapas do Brasil, "I"," II" e "III", e as escalas, "A", "B" e "C":

Exercício passado, no quadro magnético, para os alunos.
A grandessíssima maioria da turma acertou a alternativa correta, que é: I → 1:170.00.000, II → 1:160.000.000 e III → 1:20.000.000.


Ou seja, concluiu-se que, nas escalas, há uma relação inversamente proporcional.

Com isso, teve término a aula.

sexta-feira, 7 de outubro de 2022

CARTOGRAFIA E ALFABETIZAÇÃO CARTOGRÁFICA (INTRODUÇÃO)!

Aula expositiva dialogada sobre Cartografia e Alfabetização Cartográfica (introdução).

Foi passado no quadro magnético o conceito de Cartografia, a saber:

A cartografia é a ciência e a arte de elaborar mapas.

Em seguida, o professor falou da profissão do engenheiro cartógrafo e da disponibilidade deste curso na UFRGS

Feito isso, passou a explicar para os alunos acerca da dificuldade de se passar uma esfera (a Terra) para o plano (o mapa). Explicou a respeito da geometria da sela, ou ainda, as chamadas geometrias não-euclidianas.

Encerrou-se a aula com a noção de que "o mapa é sempre uma mentira" (cf. Mark Monmonier e seu "How to lie with maps")

Aspecto da capa do livro "Como mentir com mapas", de Mark Monmonier. Como se pode ver, a capa faz alusão ao Pinóquio, o boneco de madeira de Carlo Collodi ou Carlo Lorenzini (1826-1890).

sexta-feira, 23 de setembro de 2022

PROBLEMAS QUE AFETAM OS SOLOS! (CONCLUSÃO)

Após retomar a última aula brevemente, o professor proferiu aula expositiva dialogada sobre os problemas que afetam os solos.

Dentre os elementos vistos na aula, merece destaque:

- lixiviação: acontece com a lavagem do solo pela água da chuva, quando a água da chuva leva os nutrientes do solo embora

- salinização: ocorre quando, por conta de uma irrigação que usa um método incorreto, ou mesmo pela ação das chuvas oceânicas, o solo fica com excesso de sais minerais

- compactação: quando o solo, por compactação, perde a sua porosidade, e, assim, não tem mais como absorver oxigênio e/ ou água: o pisoteio do gado pode causar isso, bem como, o trânsito de tratores

- contaminação química: como o nome já diz, é quando o solo fica contaminado por químicas pesadas, tais como, as causadas por metais pesados (rejeitos de minério de ferro, por exemplo), pesticidas, agrotóxicos e o lixo (eletrônico ou não)

- desertificação: quando mudanças climáticas causadas pelo próprio ser humano, alteram o regime das chuvas, e, por conseguinte, tornam os solos desérticos

- arenização: ocorre quando os solos passam a se apresentar desérticos, mas o clima (o regime de chuvas) não. Por outras palavras: independentemente de mudança climática, ou seja, o clima não é alterado (as chuvas continuam), e, mesmo assim, os solos passam a se apresentarem desérticos. Isso acontece, justamente, por causa das camadas mais profundas do próprio solo, que, quando são compostas por arenitos, ao perderem as suas camadas superiores, passam a se desagregar. Normalmente isso é resultado, também do pisoteio do gado ou do desmatamento; as camadas mais superficiais do solo são arrancadas, descobrindo, assim, as camadas areníticas mais profundas, que, por sua vez, sofrem o processo de desagregação acelerado. Ou seja, a arenização, inicia em pequenas áreas, até que, após algum tempo, ao invés de o solo se recuperar, desagrega-se ainda mas, formando extensas áreas desérticas.

domingo, 18 de setembro de 2022

SOLOS (CONTINUAÇÃO)!

Aula expositiva dialogada sobre os solos. Para embasar a aula, foi feita a leitura e interpretação de texto didático retirado, de "VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018. p. 117-120".

O supramencionado material pode ser revisto ::: AQUI :::.

sexta-feira, 9 de setembro de 2022

SOLOS (INTRODUÇÃO)!

 Nesta aula, dia chuvoso em Porto Alegre, faltaram muitos alunos.

A atividade foi a de leitura  e interpretação de texto versando sobre solos.

Ao final da mesma, os alunos responderam a três questões.

O texto pode ser revisto, ::: AQUI :::.

É importante lembrar que a turma 61, não teve aula de Geografia nos dias 26 de ago. e 02 de set.. Então, a turma está atrasada em relação a 62. 

Para alcançar estes conteúdos, é importante ler, também, o material sobre "impactos socioambientais da mineração", retirado de "VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 114-115", ::: AQUI :::.

sexta-feira, 2 de setembro de 2022

TIPOS DE ROCHAS!

Brevemente, o professor retomou a aula anterior. Foram relembrados, os seguintes elementos:

elementos químicos formam minerais

minerais formam rochas

→ minerais que têm grande valor econômico são chamados de minérios

→ assim, nem todo mineral é minério, bem como, nem todo minério é mineral, ou seja

→ o ferro é um minério, e, no entanto, não é um mineral. Pelo contrário, ele é um metal, bem como, o ouro, a prata e o alumínio também são  metais. Já o diamante, por exemplo, é um minério, e, também, é um mineral

→ as rochas são agregados que, quando em condições normais de temperatura e pressão, apresentam-se em estado sólido. Tirante os únicos dois minerais que, também em estado normal de temperatura e pressão, estão em estado líquido, a saber: a água e o mercúrio

Em seguida, passou a explicar, através de aula expositiva dialogada, os Tipos de Rocha, a saber:

►Rochas Ígneas: são as rochas formadas à partir e desde o manto pastoso da Terra. Através de seu resfriamento. Formadas graças ao resfriamento do magma viscoso. Recebem este nome em virtude da língua latina, na qual igneus é fogo

Elas também são chamadas de Rochas Magmáticas, podendo ser de dois tipos:

Rochas Magmáticas Intrusivas: conforme o nome já indica (intruso), são formadas no interior da Terra, dentro da Crosta. São formadas, então, através de um resfriamento lento, no qual, há tempo para a formação de cristais bem formados e heterogêneos.

Exemplos:

Aspecto de uma pedaço de granito de, aproximadamente, 10cm de lado. Escala (3 cm) diretamente sobre a rocha.


Aspecto da coloração de variados tios de granito. É importante ressaltar que há variados "tipos" de granito.

Aspecto da pia de uma cozinha feita de granito maciço. O granito é frequentemente utilizado em cozinhas e banheiros.

→ Rochas Magmáticas Extrusivas: como já aponta o nome (extrusu), são rochas formadas no exterior da Terra, fora da Crosta. São formadas, assim, através do resfriamento do magma viscoso que se extravasa, que se derrama por meio, por exemplo, dos vulcões, quando estes entram em erupção. Este tipo de rocha se forma de modo rápido, porque o magma extravasado pelos vulcões começa o seu processo de resfriamento tão logo entra em contato com o ar atmosférico e/ ou com as águas (lagos, rios, etc.) para onde, por ventura, poderá escorrer. Por causa disso não há tempo para a formação de cristais bem formados, o que gera uma rocha homogênea.

Exemplos:

Aspecto de um pedaço de basalto. A mão de uma pessoa "entra" como um parâmetro de escala.


Aspecto de "cacos" de basalto. O basalto é retirado das pedreiras, e, assim como o granito, é cortado em "lajes" para, posteriormente, ser usado nas construções.


Aspecto de uma churrasqueira recoberta por basalto. O basalto é comumente usado para recobrir espaços internos e externos das residências.

Rochas Sedimentares: são as rochas formadas, também como o nome já indica, por sedimentos (também da língua latina: sedimentum ("borra", "depósito")) desagregados, arrancados de outras rochas. São formadas graças a ação das intempéries (vento e chuva), que, por sua vez, promovem o desgaste de outras rochas, e, neste mesmo processo, carregam, levam esses detritos a se depositarem em outros lugares, reintegrando-os, novamente, porém, agora, em uma nova rocha, a rocha  sedimentar.

Assim, a rocha sedimentar é a rocha formada pelos sedimentos de outras rochas. Elas têm como característica, invariavelmente, as camadas bem visíveis, a olho nu, que compõem as sucessivas deposições.

Exemplos

Pedaço de arenito, com, aproximadamente, 6,5 cm de lado. Escala, com 3cm, diretamente sobre a rocha.


Aspecto de "lajes" de arenito. As rochas de arenito são também cortadas em "lajes", que, depois, vão recobrir, por exemplo, calçadas.

Aspecto das camadas de uma rocha sedimentar, evidenciado por linhas vermelhas, onde, por exemplo, a camada "1" é a mais antiga, a primeira a ser depositada; a "4", a mais nova, a última a ser depositada. 


Aspecto de uma calçada recoberta por arenito.


► Rochas Metamórficas: do mesmo modo, o nome já indica a gênese, a origem deste tipo de rocha. É a metamorfose (etimologia também no latim: meta (modificar) + morfo (forma): é a "modificação da forma", a metamorfose de uma rocha ígnea ou sedimentar em outra. A rocha deixa de ser ígnea ou sedimentar e transforma-se em outra diferente.

Essas transformações acontecem em virtude do aumento de temperatura e pressão, que as rochas sofrem, à medida em que, no Ciclo das Rochas, as mesmas vão aprofundando-se nas profundidades da Crosta (com o perdão da "redundância"). Assim, muitas rochas recebem maior pressão à medida em que descem a profundidades maiores, bem como, recebem maior temperatura quanto mais descem Crosta a dentro.

Exemplos

Ilustração representativa de uma rocha ígnea (granito) e duas sedimentares (arenito e calcário), e o que elas viram, após sofrer metamorfose por aumento de temperatura e pressão, transformando-se em, respectivamente: gnaisse, quartzito e mármore.

Aspecto do Morro do Corcovado, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), sobre o qual está a estátua do Cristo Redentor. Estes dois elementos são excelentes exemplos de rochas metamórficas; o morro, trata-se de gnaisse; a estátua, é de pedra sabão.


Ainda houve tempo para observar brevemente o Ciclo da Rochas, às páginas 112 e 113 de VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018.

O supradito material didático base pode ser revisitado, ::: AQUI :::!

sexta-feira, 19 de agosto de 2022

LIMITES ENTRE PLACAS E ROCHAS E MINERAIS!

Nesta aula, através de aula expositiva dialogada, o professor explicou os limites entre placas restantes, além do chamado de subducção, visto na última aula.

Foram vistos os seguintes limites:

Limite Transformante: o limite, por assim dizer, de raspagem entre placas, onde elas, ao se rasparem uma na outra, produzem uma fenda na região de contato.

Ex.: o melhor exemplo deste tipo de limite entre placas ainda é o da Falha de Santo André (Falha de San Andreas (San Andreas Fault)), nos EUA, Estado da Califórnia, cuja capital é Sacramento. A famosa falha se estende muito além dos limites da 4ª cidade mais populosa dos Estado Unidos, São Francisco, por, aproximadamente, 1.290 km de comprimento, cortando praticamente toda a vasta área litorânea da Califórnia (ver mapa, abaixo):

Mapa-múndi com destaque para o EUA (sem as ilhas do Havaí e o Estado do Alasca) e seu Estado da Califórnia.
Fonte: O Autor.


Mapa com a linha (vermelha) que representa a extensão da Falha de Santo André.
Fonte: 
Grande Falha de San Andreas dá sinais de catástrofe iminente. Jornal de Ciência. Portal R7: Brasília, 2022: Disponível em: <https://www.jornalciencia.com/grande-falha-de-san-andreas-da-sinais-de-catastrofe-iminente/>. Acesso em: 19 de ago., 2022.


No caso da Falha de San Andreas, o que acontece é o choque entre a Placa do Pacífico (que é uma Placa Oceânica) e a Placa Norte Americana (que é uma Placa Continental). Tais placas chocam-se, raspando uma na outra, perfazendo uma enorme fenda (ver ilustração, abaixo):


Aspecto da fenda deixada pelo Limite Transformante entre a Placa do Pacífico e a Placa Norte Americana: a Falha de Santo André.
O que é a temida falha de San Andreas e por que ela preocupa tanto a Califórnia. Internacional. BBC Portugues: Lisboa, 2019: Disponível em: <https://www.bbc.com/portuguese/internacional-48894615>. Acesso em 19 de ago., 2022.

Tendo esgotado as considerações acima, o professor passou a explicar o Limite Divergente, a saber: limite no qual duas Placa Tectônicas se afastam.

Ex.: o melhor exemplo deste tipo de limite ainda é o da Dorsal Meso-Oceânica, também chamada pela literatura especializada de Cordilheira Meso-Oceânica ou Mesoatlântica

Esta verdadeira cadeia de montanhas submersas, no centro do Oceano Atlântico é formada pelo Limite Divergente (afastamento) que há desde o norte até o sul do Oceano Atlântico (vide ilustração, abaixo):

Aspecto da Dorsal Mesoatlântica (linha avermelhada) que corta, de norte a sul, o Oceano Atlântico
Fonte: DORSAL MESOATLÂNTICA. In: WIKIPÉDIA, a enciclopédia livre. Flórida: Wikimedia Foundation, 2021. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Dorsal_Mesoatl%C3%A2ntica&oldid=60358276>. Acesso em: 1 fev. 2021.


Infográfico que apresenta, ao centro, a Dorsal Meso-Oceânicaou Meso-Atlântica.
Dorsais oceânicas, o que são? Processo de formação e características. Conhecimento Científico. Grupo Bolha: Goiânia, 2022. Fonte: Disponível em: <https://conhecimentocientifico.com/dorsais-oceanicas/>. Acesso em: 19 de ago., 2022.




Concluso o assunto "Limites entre Placas", o professor passou à, junto com os alunos, ler no livro didático, capítulo 6, a respeito das Rochas e Minerais. À medida em que lia, o professor explicava, retirava dúvidas e aprofundava. 

O material pode ser revisitado, ::: AQUI :::!

Elementos que foram vistos e merecem destaque:

→ agregados de elementos químicos formam minerais;
minerais, agregados, por sua vez, formam rochas.
→ a grandessíssima maioria dos minerais estão, quando em condições normais de temperatura e pressão, sob a forma sólida, tirante a água e o mercúrio.
→ quando um mineral tem grande valor econômico, recebe, juntamente com outros recursos naturais encontrados na Crosta terrestre, o nome de minério
Mas, atenção, então, porque "nem todo mineral é minérios, bem como, nem todo o minério é mineral.
Ex.: Minérios que são minerais: diamante, esmeralda, ametista, água-marinha, topázio imperial e turmalina Paraíba.
Minérios que não são minerais, que são, na verdade, metais: alumínio, cobre, estanho, ferro, manganês, nióbio, níquel e ouro. 
Obs.: dentre os metais acima, o único que é ferroso é o próprio ferro, os demais, são considerados, por óbvio, "metais não ferrosos".

sexta-feira, 12 de agosto de 2022

PLACAS TECTÔNICAS!

 Aula expositiva dialogada sobre as Placas Tectônicas.

Foi visto, que:

- a Terra é, por assim dizer, orgânica

- o Núcleo do planeta movimenta-se, e, em virtude disso,

- a Terra é como que um imã (tem força eletromagnética)

- por causa do movimento do Núcleo, as outras camadas, superiores, tais como, o Manto, também se movem

- o movimento do Manto faz com que o que está acima (Placas Tectônicas), também se movam

- Tipos de Placas: continental e oceânica; 

- Placas continentais, compostas por granito, mais grossas e menos densas; 

- Placas oceânicas, compostas de basalto, menos grossas e mais densas.

- Limites entre Placas: convergente (choque entre elas), divergente (afastamento entre elas) e transformante (raspagem entre elas)

- Limite convergente que forma a Cordilheira dos Andes. Subducção: a Placa (oceânica) do Pacífico, por ser mais densa, penetra por debaixo da Placa Americana, que é menos densa.

Um material, para quem quiser ir além, está ::: AQUI! :::.

   

sexta-feira, 15 de julho de 2022

AVALIAÇÃO PARCIAL DO TRIMESTRE!

Nesta aula, o professor fez uma avaliação trimestral. Avaliou cadernos, as respostas, às questões colocadas em aulas anteriores, bem como, às questões em folhas e apostilas distribuídas.

Nesta aula, também, os alunos fizeram a mudança de prédio/ sala. Então, classes, cadeiras e livros foram carregados.

sexta-feira, 8 de julho de 2022

A ESTRUTURA INTERNA DA TERRA

Os alunos fizeram leitura e interpretação de texto. A atividade comportava resposta a questões relativa às Camadas Internas da Terra; apostila retirada, de VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 95

Tal material pode ser revisitado, ::: AQUI :::!  

sexta-feira, 10 de junho de 2022

A LITOSFERA:

 Nesta aula, o professor terminou, com os alunos, a leitura e a interpretação da apostila que versa sobre a Litosfera!

A apostila pode ser revisitada, ::: AQUI :::.

terça-feira, 31 de maio de 2022

SOBRE O 1º TRIMESTRE!

Prezados estudantes, 

ao longo do primeiro trimestre o professor não fez nenhuma postagem aqui... Isso será feito doravante, ao longo do 2º TRIMESTRE. Então, se algum de vocês quiser retomar o que foi visto ao longo do 1º TRIMESTRE, temos duas opções:

- acessar o mural da turma, ::: AQUI :::, clicando no "Post-It®" "Conteúdos"

- acessar o site da turma, ::: AQUI :::, e consultar a lista dos "Conteúdos Programáticos" respectivos.

segunda-feira, 25 de outubro de 2021

ATIVIDADE DA 34ª SEMANA: de 25 a 29 de out.:

 INSTRUÇÃO: LEIA O TEXTO ABAIXO. AO FINAL FAÇA O QUE SE PEDE:



APÓS TER LIDO O TEXTO ACIMA, RESPONDA:

1) O que é um cartograma?

2) Qual é a função de um cartograma? 

3) Cartogramas precisam representar paralelos e meridianos? Sim ou não? Por quê?

4) O que é uma anamorfose?



segunda-feira, 18 de outubro de 2021

ATIVIDADE DA 33ª SEMANA: de 18 a 23 de out.:

 INSTRUÇÃO: LEIA O TEXTO ABAIXO. AO FINAL FAÇA O QUE SE PEDE:







APÓS TER LIDO O TEXTO ACIMA, RESPONDA:

1) O que é uma representação bidimensional? 

2) O que é um croqui?

3) Qual é a origem da palavra croqui?

4) Faça um croqui de seu caminho até a escola.

segunda-feira, 11 de outubro de 2021

ATIVIDADE DA 32ª SEMANA: de 11 a 15 de out.:

 INSTRUÇÃO: LEIA O TEXTO ABAIXO. AO FINAL FAÇA O QUE SE PEDE:


APÓS TER LIDO O TEXTO ACIMA, RESPONDA:

1) Segundo o texto o que veio antes a escrita, propriamente dita, ou o, por assim dizer, o desenho, sob a forma de representação do espaço geográfico?

2) Como a humanidade, nos seus primórdios, representou as suas impressões da realidade e suas ações cotidianas?

3) Pesquise...: o que é uma pintura rupestre?

4) Segundo o texto, após milênios, é possível ou impossível saber totalmente o conteúdo de uma pintura rupestre? Por quê?

5) Hoje em dia, diferente das pinturas rupestres, de milênios atrás, o homem faz representações intencionando que elas sejam amplamente e totalmente compreendidas. Como?



segunda-feira, 27 de setembro de 2021

ATIVIDADE DA 30ª SEMANA: de 27 de set. a 1º de out.:

 INSTRUÇÃO: LEIA O TEXTO ABAIXO. AO FINAL FAÇA O QUE SE PEDE:

APÓS TER LIDO O TEXTO ACIMA, RESPONDA:

1) Quais as vantagens da representação da Terra na  forma esférica, o globo terrestre, em relação à plana, em papel, plana?



terça-feira, 21 de setembro de 2021

ATIVIDADE DA 29ª SEMANA: de 21 de set. a 24 de set.:

 INSTRUÇÃO: LEIA O TEXTO ABAIXO. AO FINAL FAÇA O QUE SE PEDE:

APÓS TER LIDO O TEXTO ACIMA, RESPONDA:

1) Afinal de contas, para que  serve um mapa?


segunda-feira, 13 de setembro de 2021

ATIVIDADE DA 28ª SEMANA: de 13 de set. a 17 de set.:

 INSTRUÇÃO: LEIA O TEXTO ABAIXO. AO FINAL FAÇA O QUE SE PEDE:






APÓS TER LIDO O TEXTO ACIMA, RESPONDA:

1) O que é um mapa político?

2) O que é um mapa histórico?

3) O que é um mapa físico?

4) O que é um mapa digital?


10ª AULA: APLICAÇÃO DE AVALIAÇÃO SEM CONSULTA!

Neste encontro, os estudantes responderam à Avaliação sem Consulta.