sexta-feira, 5 de abril de 2019

Cenários, Panoramas e Paisagens: distinção, classificação, hierarquização, seleção e denominação de elementos do Espaço Geográfico (8ª aula):

Através de aula expositiva dialogada, utilizando-se de uma fotografia registrada por um drone, com a mirada desde o Lago Guaíba, que continha um recorte espacial da cidade de Porto Alegre (vide ilustração, abaixo (Figura 1)), projetada na tela da Sala Temática de Geografia, o professor passou a explicar as categorias denominativas dos recortes espaciais da paisagem geográfico do aqui, do ali, do lá e do acolá. Vários exemplos foram elaborados com os alunos.

Em seguida, utilizando-se da mesma paisagem acima referida e da própria janela da sala supracitada, o professor explicou sobre as categorias de panorâmica, cenário e paisagem.

Feito isso, passou a elaborar vários exemplos, exercícios para que os estudantes perfizessem a denominação de elementos da paisagem que estão contidos e que contém, bem como, os que estão na frente ou atrás, e, ainda, os maiores e menores.

(Figura 1: paisagem de Porto Alegre, visada NNE. Fonte: "Jornal no Palco". Disponível em: <https://www.hotelurbano.com/viajantehu/porto-alegre-246-anos-conheca-5-lugares-imperdiveis-na-capital-gaucha/>. Acesso em 05 de abr., 2019)

terça-feira, 2 de abril de 2019

Sondagem (Orientação (7ª aula)):

O professor corrigiu os exercícios mencionados na última aula.

Os exercícios solicitados tratavam-se de Rosas dos Ventos desenhadas no quadro de giz, com apenas um de seus sentidos revelados. O aluno deveria descobrir qual era o sentido assinalado por um ponto de interrogação, assim (vide exemplo, abaixo (Figura 1)):


Dado o ponto colateral, abaixo ("NO" (noroeste)), descubra o ponto cardeal ("?") assinalado pelo ponto de interrogação: ?
Figura 1: Rosa dos Ventos na posição em que normalmente os alunos não estão acostumado a ver. Onde está o norte? E qual é o ponto cardeal assinalado pelo ponto de interrogação ("?")?  

Resposta: "L" ("Leste"). Vide ilustração, abaixo (Figura 2):

Figura 2: Rosa dos Ventos na posição em que normalmente os alunos não estão acostumado a ver. O norte está voltado para baixo, bem como o ponto de interrogação assinala o leste.

Esse e outros exercícios, tendo a Rosa dos Ventos em orientações ainda mais distintas, nas quais os estudantes deviam descobrir diferentes pontos cardeais e pontos colaterais foram feitos. 

À medida em que o professor fazia as correções, retirava dúvidas e fazia os devidos aprofundamentos.

sexta-feira, 29 de março de 2019

Sondagem (Orientação (6ª aula)):

O professor retomou a aula passada, retirando dúvidas, fazendo aprofundamentos e ampliando. Verificou, através de perguntas dirigidas a vários dos estudantes, como é que está o entendimento da turma.

Em seguida, em nível de sondagem, o professor fez uma série de perguntas relacionadas à lateralidade e à orientação.

Constatados alguns aspectos relativos ao conhecimento da turma, o professor passou, no quadro de giz, uma série de exercícios tendo por base a "Rosa dos Ventos" e a orientação à partir da mesma.

terça-feira, 26 de março de 2019

Alguns instigamentos acerca do "aniversário" de Porto Alegre (5ª aula):

Através de aula expositiva dialogada, o professor (re)construiu a noção que se tem do aniversário de Porto Alegre.

Para servir de start o professor instigou os estudantes com a pergunta: "como ou quando nasce uma cidade?".

Com relação a isso, o professor escreveu o seguinte no quadro de giz:

Uma cidade nasce ou surge à partir do momento em que seu traçado fica mais complexo: surgem ruas e avenidas, o comércio fica mais diversificado e alguns "parelhos urbanos" são construídos (escolas, hospitais, shoppings, etc.)

Em seguida, foram vistos e explicados os seguintes elementos:

→ Por lei, o aniversário de Porto Alegre, é: 26 de março, sendo seu ano de "fundação", considerado o de 1772,  levando em conta a chegada de 60 casais de açorianos. Em sendo assim, neste ano, 2019, Porto Alegre estaria comemorando 247 anos

→ Porém, há um elemento histórico que pode contestar a data acima: qual seja: a a Carta de Sesmaria expedida a Jerônimo Dorneles de Menezes e Vasconcelos, a 5 de novembro de 1740.  Neste caso, Porto alegre seria mais antiga, comemorando só em novembro do presente ano (2019), seus 279 anos.

→ Existe, ainda, outra data histórica que poderia, muito bem, ser considerada como a data de aniversário da capital dos gaúchos, a saber: a que nos chega desde  que os açorianos foram chamados de Santa Catarina, onde haviam se estabelecido, para, finalmente, tomar posse das terras mais ao sul, graças tratado firmado entre Portugal e Espanha, o "Tratado de Madri". E esse ano é o de 1750. No entanto, nesta época, eclodiram as chamadas "Guerras Guaraníticas" (1753-1756), tendo estes imigrantes ficado em algum lugar de localização controvertida na península que viria a ser Porto Alegre. Em sendo assim, Porto Alegre teria 269 anos.

→ Para concluir de modo provisório, o problema com a "versão oficial", a primeira apresentada, aqui, é o de que ela nos chegas desde o ano de 1940, quando o geógrafo, professor Dr. Tupi Caldas, apresentou, no "III Congresso Sul Riograndense de História e Geografia", um trabalho, no qual anexava um mapa com o insipiente traçado das ruas de Porto Alegre. O mapa seria de autoria do engenheiro militar Alexandre José Montanha, que teria sido elaborado no ano de 1772. Ocorre que o mapa apresentado por Caldas era uma cópia e o original nunca foi encontrado.

Tendo feita esta apresentação dialogada, o professor convidou os alunos a pensarem com a pergunta "como ou quando nasce uma cidade?".

O fechamento ficou para a próxima aula.

sexta-feira, 22 de março de 2019

"Estudar para quem?" (4ª aula):

O professor retomou a aula anterior, e, de imediato, solicitou que os alunos lessem as suas respostas à pergunta formulada naquela ocasião. Assim, como fez em anos anteriores, o professor passou a construir com os estudantes a noção do "estudar para si mesmo", de Nietzsche (1844-1900). 

terça-feira, 19 de março de 2019

O Sentido do Estudar: parte 3 (3ª aula)):

O professor retomou a aula passada. Em seguida, para instigar os alunos, colocou, no quadro de giz, a seguinte pergunta: "qual é a única coisa que não pode ser retirada de um homem?".

Após fazer as explicações necessárias (conceito de homem, nas Ciências Humanas, por exemplo), o professor solicitou que cada aluno anotasse a sua resposta no caderno.

Em seguida, solicitou que cada um deles lesse em voz alta sua resposta, anotando, no quadro de giz, através da técnica de identificação listada positiva as respostas.

Feito isso, o professor contou a história que se passa no livro "O Conde de Monte Cristo", de Alexandre Dumas (1082-1870), onde o personagem principal, Edmond Dantè, dialoga com o abade Faria.

Neste precioso diálogo da literatura universal, emerge que a "única coisa que não pode ser tirada de um homem é o seu conhecimento"...

Então, o professor confrontou o entendimento contido nas respostas dos estudantes com o retirado da obra do escritor francês acima citado, fazendo, com os estudantes, as devidas integrações, conclusões e fechamentos.

De tema de casa, para encaminhar a próxima aula, onde a noção do "estudar para si mesmo" (que emerge do livro "Escritos sobre educação", de Nietzsche) será tratada, o professor solicitou que os estudantes respondessem à seguinte pergunta: "pense e responda: você acha que a pessoa deve estudar para uma profissão específica ou para ela mesma?".

sexta-feira, 15 de março de 2019

O Sentido do Estudar: parte 2 (2ª aula)):

Aula na qual o professor recolheu o tema de casa solicitado na última aula, retomou o que havia sido visto e encaminhou o desenvolvimento do assunto, refletindo sobre o estudo e o conhecimento, bem como sobre as relações entre estes dois termos.

quinta-feira, 14 de março de 2019

O Sentido do Estudar: parte 1 (1ª aula))

Nesta primeira aula o professor se apresentou, combinou como quer que os estudantes tenham seus cadernos, as formas que utilizará para avaliar, as normas de convivência e as de disciplina.

Em seguida, conduziu uma dinâmica que consistia em apresentar, sucintamente, quatro personalidade brasileiras, contudo sem revelá-las.

Com base na breve apresentação, em grupos, os estuantes deveriam escolher uma das personalidades e fazer um exercício de reescrever a trajetória da mesma. Ou seja, deveriam inventar como se deu a continuidade da vida daquela pessoa, o que foi acontecendo com ela ao longo do caminho dela, quais escolhas ela tomou, e, sobretudo, como ela está hoje.

Após o professor ter dado o devido tempo para que os estudantes elaborassem as suas criações, sob a forma de textos, o professor solicitou que cada um dos grupos lessem o que eles haviam imaginado para a respectiva personalidades.

Em seguida, as personalidades foram reveladas e um diálogo se seguiu, acerca das possibilidades de vida de cada um, bem como de alguns dos elementos biográficos das pessoas em questão.

O professor esperava que, ao final da dinâmica os alunos tivessem refletido sobre possibilidades de vida e meios para se atingir objetivos e sonhos; projetos de vida.

As personalidades escolhidas, foram:

- Joaquim Barbosa
- Daiane dos Santos
- Gisele Bündchen
- Alok

De tema de casa, os estudantes deverão, individualmente, elaborar um texto, agora não contendo uma invenção relativa a uma personalidade fictícia ou mesmo real, mas sim, relativa a eles mesmos. Um exercício de pensar e projetar como será o seu próprio futuro, sua própria vida. A tarefa será recolhida.

Para a próxima aula procurar-se-á refletir a respeito do estudo e do conhecimento. Como é esta relação.

Será retomado o caso das personalidades supracitadas, bem como, os exemplos imaginados pelos próprios estudantes.

sexta-feira, 8 de junho de 2018

Vigésima Terceira aula!

Aula na qual os estudantes elaboraram redação com a seguinte temática, baseada, na aula anterior: "o que podemos fazer para reduzir (ou eliminar) o lixo plastico?"

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Vigésima Segunda aula!

Em virtude do "Dia Mundial do Meio Ambiente", que, este ano, tem como mensagem central a poluição plástica, principalmente nos oceanos, o professor ministrou aula expositiva dialogada sobre o lixo plástico e seus perigos.

O mote foi retirado do livro "50 pequenas coisas que vocês pode fazer para salvar a Terra", do item 10 ("dez"): "Evite as Sacolas Plásticas". 


 Tendo os dados sido atualizados pelo professor.

quinta-feira, 24 de maio de 2018

sexta-feira, 18 de maio de 2018

Décima Nona aula!

Aula expositiva dialogada sobre as diferenças entre os tipos placas e os tipos de limites entre Placas Tectônicas.

Limite Divergente:

Limite Convergente:

Limite Transformante:


quinta-feira, 17 de maio de 2018

Décima Oitava aula!

Aula expositiva dialogada sobre as Placas Tectônicas.

Aconselha-se a apreciação do documentário, abaixo:


sexta-feira, 11 de maio de 2018

quinta-feira, 10 de maio de 2018

sexta-feira, 4 de maio de 2018

Décima Quinta aula!

Aula expositiva dialogada sobre "Os Movimentos da Terra", continuação:

Foram explicados os movimentos de Nutação e Precessão dos Equinócios.

O professor fez vários desenhos no quadro, na tentativa de deixar mais claro para os estudantes. No entanto, sugere-se que o pequeno vídeo abaixo, que contém ambos os movimentos, seja visto:


De tema de casa, o professor passou 5 ("cinco") questões, mais ou menos assim:

1) Qual dos movimentos é mais rápido? Rotação ou Translação? Por quê? 
2) Por que o ano bissexto ocorre?
3) Reflita...: qual dos movimentos da Terra gera o "tempo"?
4) Diferencie equinócio de solstício.
5) O que é afélio? E periélio, o que é?



quinta-feira, 3 de maio de 2018

Décima Quarta aula!

Aula em que o professor, para retomar o conteúdo estudado na aula passada, fez uma série de perguntas dirigidas a vários dos estudantes.

Em seguida, o professor sugeriu para a turma a criação de um "Grupo de Estudos", no Whatsapp; o professor tem feito de tudo para proporcionar espaços variados de encontro com aquilo que é estudado na escola, fora também dela. Assim, "Grupos de Estudo" em "redes sociais", tais como, a do Facebook, blog's (tal como este que é lido no momento) e "grupos" no Whatsapp estão sendo implementados pelo educador; o professor tem de (ou, ao menos, hoje em dia, pode) alcançar o estudante lá onde ele está. 

Como ocorreu de a turma concordar com a ideia, o professor passou a anotar os números de telefone celular dos estudantes, bem como, de seus pais e/ ou responsáveis; é interessante também que os pais e/ ou responsáveis saibam que os estudantes dispõem de espaços nos quais podem incrementar os seus estudos em casa.

sexta-feira, 27 de abril de 2018

Décima Terceira aula!

Aula expositiva dialogada sobre a forma geométrica que a Terra descreve em torno do Sol, a elipse. 

Com base nisso, explicou-se o que é afélio e o que é periélio. Instruiu-se, também, que não são essas posições astronômicas que definem, respectivamente, o inverno e o verão, mas única e exclusivamente, a inclinação do eixo terrestre, que é de 23,27º. 

Para tanto, o professor se utilizou de um laser de feixe verde, com o máximo de foco aberto, simulando a luz solar, e um globo terrestre, que foi colocado em quatro pontos distintos da sala de aula; dois para os solstícios (verão e inverno); dois para os equinócios (primavera e outono).

sexta-feira, 20 de abril de 2018

Décima Primeira aula!

Nesta aula, o professor passou de classe em classe conferindo quem havia e quem não havia feito o "tema de casa", solicitado na última aula.

Feito isso, o professor corrigiu a tarefa no quadro de giz, retirando dúvidas e aprofundando algumas questões.

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Décima aula!

Aula expositiva dialogada para aprofundar e concluir a Estrutura Interna da Terra.

Para que os alunos entendessem que a Terra é um planeta rochoso, com camadas concêntricas, o professor comparou-o, grosso modo, à um ovo de frango; a casca, correspondendo à crosta; a membrana, correspondendo à astenosfera; a clara, correspondendo ao manto; por fim, a gema, correspondendo ao núcleo.




Em seguida, o professor passou a explicar que são os movimentos internos do planeta, do núcleo deste, que promovem a força eletromagnética terrestre.

Assim, o núcleo foi descrito como um paradoxo metálico, algo que está em estado sólido, apesar de que, se a sua compressão fosse aliviada, revelar-se-ia em estado líquido.

Colocado isso, o professor passou a explicar que os elementos mais leves estão na superfície planetária (SIMA e SIAL); os mais pesados (NIFE), nas profundezas.

Neste momento, também, o professor explicou o que é peso, massa e densidade, diferenciando cada um destes conceitos científicos.

Para deixar tudo bem claro, o professor promoveu o experimento onde a fricção de uma caneta plástica nos cabelos de um dos alunos atrai picotes de papel. Feito isso, o professor solicitou que os alunos imaginassem tanto maior seria esta "força" quanto maior a fricção, ou seja, o raspar de um núcleo ferroso de 3.490 Km, aproximadamente, com o manto pastoso nas profundezas planetárias.

O professor deixou um tema de casa, a saber:

1) O que promove a força gravitacional da Terra, afinal?
2) Por que os elementos mais pesados estão nas profundezas da Terra, enquanto os mais leves estão superfície?

Para ir além, ler:

- A Estrutura Interna da Terra

- A Gravidade: a força eletromagnética da Terra

sexta-feira, 13 de abril de 2018

quinta-feira, 12 de abril de 2018

Oitava aula!

O professor devolveu as avaliações feitas na sexta aula. Comentou acerca do desempenho da turma e combinou objetivos para doravante.

Em seguida, retomou a última aula, sobre a Teoria do Big Bang.

Feito isso, solicitou que os estudantes estudassem as seguintes apostilas para futura avaliação sem consulta:

- Teria do Big Bang ()
- Nossa Galáxia
- Os planetas
- As estrelas e os planetas de nosso sistema Solar (escutar a videoaula abaixo):

sexta-feira, 6 de abril de 2018

Sétima aula!

Aula expositiva dialogada sobre o teoria do Big Bang.

O professor aconselha que os estudantes assistam o documentário a seguir:


sexta-feira, 23 de março de 2018

Quarta aula!

O professor retomou a aula passada e fez a conferência do "tema de casa", através da leitura das respostas dos estudantes; cada um lendo o seu texto para o grande grupo. Assim, o professor fazia os devidos comentários, no sentido de integrar e encerrar as noções iniciais do presente ano letivo. 

Em seguida, o professor iniciou o conteúdo do Ano Ciclo (B30), introduzindo o conceito de Universo e perguntando "como o Universo havia sido formado?".

A grandessíssima maioria dos estudantes não tinham conhecimento prévio da teoria do Big Bang; apenas um aluno externou já ter ouvido falar sobre ela...

Muitos responderam que "Deus havia criado o Universo", reconhecendo, por sua vez, que esta era uma resposta religiosa. Ao mesmo tempo, externaram que sabiam que havia outra resposta, que era "científica", apesar de eles não saberem precisar qual era.

O professor procurou valorizar essa explicação para a origem do Universo, observando que para sambas as visões, seja a religiosa, seja a científica, existem aqueles que creem e aqueles que não creem.

O professor falou ainda que nenhuma das visões era superior à outra, sendo, os dois modos de ver a questão, possibilidades que buscam uma explicação para a formação/ criação do Universo.

Nesse sentido, comentou acerca da insolubilidade da discussão e da querela entre ateus e crentes, ainda que a discussão seja feita em um nível extremamente elevado, rigoroso ou profundo. 
 

Neste ponto, o professor explicou o conceito de ateísmo, e, para introduzir uma visão filosófica a respeito da questão de origem, visto que os estudantes estão sem o professor de Filosofia, comentou sobre o, por assim dizer, conceito de "algo há", que o filósofo tieteense, Mário Ferreira dos Santos (1907-1968), construiu em seu livro "Filosofia Concreta". Fez isso montando um singelo silogismo no quadro de giz, assim:


i) as coisas existem

ii) as coisas que existem vêm de outras coisas

iii) logo, algo há.

Tendo apresentado e explicado o silogismo acima, com base no raciocínio lógico contido nele, o professor fez o seguinte questionamento: "as coisas só podem vir de outras coisas. Então, uma vez sabendo disso, que 'nada vem de nada', é possível pensar o nada, ou ainda, é possível que o nada (ao menos o nada absoluto) tenha existido?

Como não poderia deixar de ser, os estudantes responderam que, tomando por base o silogismo acima, o nada (ao menos o nada absoluto e inicial primeiro) não poderia ter havido, pois, se isso fosse assim, as coisas não poderiam terem existido, visto que as coisas provém de outras coisas e não do nada.

Para concluir a aula, o professor comentou que, na escola, a preferência deve ser dada ao conhecimento formal, bem como, ao conhecimento científico, coisa que será feita na próxima aula, com a explicação detida da teoria do Big Bang.

Para fazer os estudantes reverem o que foi estudado, o professor colocou a seguinte solicitação, no quadro de giz, que ficou de "tema de casa":

O conhecimento humano esbarra em vários limites. Apesar de haver muitas certezas, há, também, muitas incertezas.
Com base no que estudamos até aqui, responda: quais são as possíveis explicações para a formação do Universo? Diferencia cada uma delas.




quinta-feira, 22 de março de 2018

Terceira aula!

O professor retomou a última aula, e, de imediato, passou a introduzir uma noção, retirada do livro "O Conde de Monte Cristo" (Alexandre Dumas (1802-1870)), do diálogo entre dois dos importantes personagens da obra, a saber:

DIÁLOGO:

Abbe Faria: "Em troca da sua ajuda, eu ofereço algo muito valioso." 
Edmond: "Minha liberdade?" 
Abbe Faria: "A liberdade pode nos ser tirada, como você bem sabe. Eu te ofereço meu conhecimento.” 

PERSONAGENS:

- Abade Faria : padre italiano. Condenado em 1811 para crimes com implicações políticas, ele encontra Edmond Dantès no Castelo de If, onde os dois estão detidos. Culto, científico, poliglota e considerado como louco pelos guardas. Ele fez amizade com Edmond Dantès com quem ele elabore um plano de evasão. Antes de morrer de um acidente vascular cerebral, ele revela a localização do seu tesouro na ilha de Montecristo que permita a Edmond Dantès de financiar a sua vingança. O personagem é inspirado em José Custódio de Faria. 

- Edmond Dantès: Filho de Louis Dantès e namorado de Mercédès Herrera. No início, Edmond Dantès é imediato a bordo do navio o "Faraó” e futuro capitão do mesmo. Ele é denunciado por “seus” amigos Fernand Mondego e Danglars como espião bonapartista. Edmond é preso e encontra-se detido no Castelo de If (prisão situada ao largo da costa de Marselha), ele é mantido preso por Villefort durante o Governo dos Cem Dias. Após a sua fuga, ficou preso durante 14 anos da sua vida, e para esclarecer a verdade e que nenhum crime fique sem castigo, Edmond Dantès utilize vários disfarces e realiza com paciência os seus planos de vingança desde da Itália e depois em França.

Emerge do diálogo entre os personagens acima, a noção de que TUDO pode ser tirado de uma pessoa, até mesmo a sua liberdade, tudo mesmo... Mas, há uma coisa que não lhe pode ser tirada...: o conhecimento... 


Feita a explanação acima, o professor solicitou que, com base no que foi estudado, os estudantes interpretassem, com as suas palavras, as seguintes frases do sociólogo catarinense, Pedro Demo:

"Educar é mais que o mero instruir"

e

"Estudar [ou pesquisar] é modo de vida"

A tarefa acima ficou de "tema de casa" e será cobrada na próxima aula, ocasião na qual o professor solicitará que os estudantes leiam as suas produções textuais.
 

sexta-feira, 16 de março de 2018

Segunda aula!

Visto que muitos alunos que estavam presentes hoje haviam faltado à aula de ontem, o professor fez uma breve fala para se apresentar e para fazer as combinações do Ano Letivo. Falou da importância do caderno, das regras de convivência e do modo de avaliação.

Em seguida, explicou como funciona o presente espaço e o grupo de estudos fechado do Facebook.

Feito isso, o professor solicitou que os estudantes respondessem, cada um para si, em seus cadernos, à seguinte pergunta:

"Por que, afinal, eu estudo?"

O professor deu tempo (3 min.) para que os alunos escrevessem as suas respostas no caderno, e, em seguida, passou a tomá-las, fazendo a devida identificação listada no quadro de giz.

De posse das respostas, o professor iniciou o momento sobre o qual já havia comentado na aula anterior, passou a introduzir  a noção, vinda do filósofo alemão Friedrich Nietzsche (1844-1900), encontrada no livro dele, intitulado "Escritos sobre Educação", a saber: a de que no tempo de Nietzsche, século XIX, as pessoas estavam estudando para o Estado. Segundo o filósofo alemão, isso era ruim, ou ainda, não era a melhor e mais adequada forma de estudar, pois, considerando o estudar desse modo, o estudante busca estudar para ter sucesso, e é justamente este o erro. Para Nietzsche, as pessoas deveriam estudar para elas mesmas, cada estudante deveria estudar para si mesmo, e, fazendo isso, cada um teria, a seu tempo, o sucesso como consequência e não como objetivo.

Nietzsche quer, com isso, colocar o estudo como algo que deve ser feito para a pessoa e somente ela, como algo prazeroso, como um investimento pessoal que tem de ser consciente e rigoroso, não como uma obrigação ou como algo necessário para tão somente se alcançar um emprego ou um trabalho, mundo dos negócios, Mercado, etc..

Com base no que foi visto, o professor tomou a frase abaixo, que emerge do livro de Nietzsche, propondo que os estudantes fizessem a atualização da mesma:

"As pessoas estudam para o Estado"

Assim, partindo da frase acima, emergiu a seguinte atualização:

"Semelhantemente ao tempo de Nietzsche (séc. XIX), nos dias de hoje, seculo XXI (2018), as pessoas estão estudando para o Mercado"

Assim, ficou bem marcada a (re)construção que busca colocar Estado, Mercado, "emprego", "trabalho", etc. como consequência e não como objetivo último, e, ainda, a conscientização de que a pessoa não deve se preparar para o Estado ou para o Mercado, mas sim para si mesma.

quinta-feira, 15 de março de 2018

Primeira aula!

O professor solicitou que os estudantes copiassem em seus cadernos o conteúdo que estava no quadro de giz, e, enquanto isso fez a chamada.

Em seguida, o professor passou a explicar que levará muito a sério o caderno dos estudantes como critério avaliativo. Ou seja, os cadernos deverão estar sempre atualizados, com os conteúdos rigorosamente copiados e isso de forma caprichada e organizada.

Avisou ainda que possui dois carimbos para registrar as tarefas (temas de casa) que foram feitas e para as tarefas (temas de casa) que não foram feitas. São dois os carimbos; um azul, para as atividades realizadas; um vermelho, para as atividades não realizadas.

O professor falou um pouco de si mesmo e fez as combinações de repeito, conduta e convivência a serem seguidas ao longo do ano letivo.

Em seguida, o professor passou a explicar que, na próxima aula, será explanada uma noção importante, uma ideia do pensador alemão Friedrich Nietzsche (1844-1900), que versa sobre o porquê de se estudar, ou ainda, sobre o como devemos estudar. A ideia que será estudada pode ser encontrada no livro "Escritos sobre Educação", do filósofo alemão... ::: [aguardem a próxima aula (e a próxima publicação)!] :::


segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Nota de Criação

Este blog foi criado dia 08 de jan., 2018.

Em plenas férias do professor que, mesmo assim, já intencionava organizar o Ano Letivo que ainda estava por começar...

Com os mais sinceros votos de que este espaço sirva para implementar os estudos dos alunos,

Cordialmente,

Prof. Donarte.

2ª AULA DO 3º TRI.: PROBLEMAS DE CÁLCULO DE ESCALAS!

Nesta aula, os estudantes trabalharam em atividades que consistiam na resolução de problemas de cálculo de escala. (EF06GE08) – Medir distân...